Para algumas pessoas que conheço, um motivo de tristeza é que se sentem culpadas quando fazem algo que têm vontade.
É porque fazem algo que gostam , mas se julgam com os parâmetros de outras pessoas.
Se a vontade é tão grande e se o ato não vai machucar, nem prejudicar ninguém, será que é um problema realizá-lo?
Ouvimos muito que não se pode fazer isso, que aquilo é errado, feio, bobo, sujo ou estranho.
Eu questiono a plenitude da felicidade daqueles que ensinam isso. E mais ainda, dos que apenas atendem a essas proibições.
Não estou dizendo para nos tornarmos subversivos.
Parece-me muito importante que conheçamos as regras dos grupos nos quais estamos inseridos: família, trabalho, namoro, amigos, time, vizinho, cidade e algumas dezenas mais.
É fundamental que saibamos as regras para poder quebrá-las.
Claro.
O ideal é que, quando pudermos, escolhamos nos aproximarmos dos grupos que tenham as idéias mais simpáticas às nossas.
Mas considerando a sociedade como um todo, eu preciso analisar quais são os meus valores, o que me torna uma pessoa única e especial, diferente de todas as demais.
O que eu sou, realmente, quando desrespeito esta individualidade?
Pensando nisso, vamos cada vez mais nos conhecer e gerar uma necessidade de respeitar essa agradável pessoa que descobrimos. Depois virá o momento de confrontar a lista de vontades dessa pessoa, com a lista do que se espera dela.
A princípio, parece não haver outra saída a não ser respeitarmos o que esperam de nós ou, então, não poderemos viver em sociedade. Mentira, mentira, mentira!
O que precisamos respeitar são as pessoas, e não suas expectativas e vontades com relação a nós.
Para tanto, temos que ser honestos conosco mesmos. Às vezes, nos suprimimos para agradar alguém, nos tornando falsos e desinteressantes, pois, ao fazê-lo, é bem provável que escondamos aquilo que trouxe tal pessoa para perto de nós.
Isso é muito diferente de mudar. É lindo quando mudamos para crescer como ser humano e estas mudanças vêm de encontro com os interesses dos amigos ou da pessoa que está ao nosso lado. Mas é totalmente distinto quando nos obrigamos a algo para sermos aceitos.
Nossos relacionamentos são baseados em interesses.
Mesmo que sejam os mais puros e nobres, não deixam de ser interesses. Por exemplo, um casal: o interesse principal dela pode ser fazê-lo feliz e o interesse principal dele, fazê-la se sentir a pessoa mais querida do planeta. Outro exemplo, um grupo que visa se apoiar mutuamente para que todos cresçam como profissionais e como seres humanos. Mas sabemos que, na verdade, existem diversos interesses em todas as relações.
Será ótimo termos esta consciência, porque assim analisamos quais nossos interesses com relação a determinada pessoa ou grupo e quais os deles para conosco. E então iniciamos uma troca, que deve acontecer de forma espontânea, sincera e feliz.
O importante é sabermos que não devemos nos violentar ou nos censurar por algo que não seja nosso.
O mundo urge por espontaneidade e sinceridade. A massa das pessoas coloca uma máscara densa e irremovível para os relacionamentos cotidianos.
Note que as pessoas mais admiradas e queridas são as que respeitam suas próprias vontades sem reprimi-las. Elas são mais felizes e andam livremente em situações e momentos nos quais outros se sentiriam desconfortáveis e deslocados. São pessoas mais decididas, mais plenas e em maior sintonia com sua essência. Por isso, às vezes, chocam alguns mais conservadores e até parecem ofender àqueles que não se permitem tais liberdades.
Mas o fato é que pessoas sinceras com elas mesmas encantam a todos ao seu redor sem ao menos esperar isso, pois exalam uma felicidade, uma liberdade, um carinho pela vida de forma admirável, contagiante e envolvente. São pessoas que perceberam que quem tenta agradar a todos não agrada ninguém e aqueles que agradam a si mesmos atraem pessoas na mesma sintonia.
Agradar a si mesmo é muito diferente de ser egoísta. É saber que cada indivíduo no universo é único e devemos nos deliciar com estas diferenças. É buscar, nos pontos mais profundos, quais suas intenções, quais as contribuições que tem a fazer aos que estão à sua volta. É valorizar o tesouro que todos temos internamente.
Entretanto, muito mais simples que buscar, é simplesmente permitir que isso brote naturalmente, deixando de podar e inibir nossas belezas, nossas exclusividades.
Quando alcançar tal feito, você poderá realizar suas vontades sem se ficar culpando, ou se martirizando por ter feito algo que deveria ter lhe dado prazer. E, ao mesmo tempo, vai deixar de fazer aquilo que lhe traria uma sensação de erro, mesmo parecendo interessante.
Se perguntar a essas pessoas o que fazem para serem tão espontâneas, uma resposta comum entre elas será um sorriso, como o de uma criança fazendo algo que ama.
Comece explorando suas diferenças mais discretas e aos poucos vá testando quão longe pode ir.
Lembre-se que um processo autêntico, duradouro e assimilável não deve ser agressivo.
Respeite seu ritmo e o das pessoas à sua volta.
Toda mudança, assim como todo aumento de velocidade, traz alguma resistência, seja das pessoas ao seu redor ou de dentro para fora. É o natural.
Realizando este processo de forma prazerosa, você vai ganhando maturidade para lidar com seu aumento de liberdade e, ao mesmo tempo, adquire flexibilidade para mostrar às pessoas que você é uma pessoa diferente do que era antes, sem ofendê-las.
Pessoas que se respeitam tornam-se únicas. Pessoas únicas tornam-se especiais. E pessoas especiais tornam o mundo mais bonito.
É simples, é biológico.
Complicado e agressivo é ficar segurando lá dentro o que realmente somos.
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Sou.
E um vazio. Não desejado, mas que deve ser curtido, pois também faz parte da vida.
E quando aceitamos isso há beleza, tanto na tristeza quanto na alegria.
As duas marcam, as duas movimentam. As duas são vida.
A escuridão agrada pois traz introspecção num mundo onde todos olham para fora. E quero ser eu mesmo, quando todos se esforçam para ser o mesmo. Num paradoxo compreensível, todos tentam se parecer para serem aceitos enquanto sonham em ser especiais.
Escolho ser eu e aceito arcar com as consequências disso. Ultimamente umas consequências pesadas, que me feriram de um jeito denso e angustiante. Mas é o preço de ser eu. E estou disposto e o pago feliz.
E o faço porque estou em constante mudança, mas escolho e compro o resultado destas escolhas.
Alguns simplesmente se cristalizam e por isso, tem que engulir o que vier.
Escolher é muito diferente disso. A liberdade tem um preço alto.
E quero.
E quando aceitamos isso há beleza, tanto na tristeza quanto na alegria.
As duas marcam, as duas movimentam. As duas são vida.
A escuridão agrada pois traz introspecção num mundo onde todos olham para fora. E quero ser eu mesmo, quando todos se esforçam para ser o mesmo. Num paradoxo compreensível, todos tentam se parecer para serem aceitos enquanto sonham em ser especiais.
Escolho ser eu e aceito arcar com as consequências disso. Ultimamente umas consequências pesadas, que me feriram de um jeito denso e angustiante. Mas é o preço de ser eu. E estou disposto e o pago feliz.
E o faço porque estou em constante mudança, mas escolho e compro o resultado destas escolhas.
Alguns simplesmente se cristalizam e por isso, tem que engulir o que vier.
Escolher é muito diferente disso. A liberdade tem um preço alto.
E quero.
Conheça a ti mesmo
Enquanto procurarmos fora o que só existe internamente, todo esforço será vão.
Quantos perdem a vida a olhar pelo mundo atrás de si?
Não importa qual o teu caminho ele só tem um destino.
Respeita-te e conheça a ti mesmo.
Quantos perdem a vida a olhar pelo mundo atrás de si?
Não importa qual o teu caminho ele só tem um destino.
Respeita-te e conheça a ti mesmo.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Diferenças
Um amigo me disse que a maioria dos daltônicos só descobre que faz parte do grupo quando pinta a grama de vermelho, num trabalho escolar. Um exemplo muito claro e indiscutível que nem todos observam o mundo da mesma forma.
Mas se pensarmos no assunto uma pessoa que seja muito baixa ou outra muito alta também têm uma forma peculiar de observar o mundo. E não é somente uma questão de ver, é algo muito mais abrangente. Estas pessoas têm noções de conforto, de espaço e de distância bem únicos. Facilidades mais específicas e dificuldades distintas das pessoas com estatura média.
É óbvio que se alguém é mais fraco vai achar uma caixa pesada e que um que precise de óculos enxergará com menos precisão quando estiver sem eles.
Escolhi estes exemplos porque são tópicos que aparentemente não mudam nada, pois se fôssemos falar de diferenças corporais mais peculiares isso seria gritante.
Sabemos que alguém sedentário e acima de seu peso, se cansa mais rapidamente que um sedentário com pouco peso e assim aceitamos mais facilmente que as pessoas lidem com o mundo de maneiras específicas no plano físico e isso é uma incoerência pois essas são as características que menos causam impacto em nosso relacionamento com o mundo e com as pessoas.
Para nós, ainda parece muito complicado sequer aceitar que diferenças energéticas, emocionais, mentais e até mesmo de essência farão com que nossa percepção do mundo e consequentemente nossa interação com todo o universo seja especialmente particular.
Essas peculiaridades podem passar despercebidas e as entendemos como frescuras, só porque não são óbvias. O mais engraçado é que ao mesmo tempo quando essas nossas diferenças não são compreendidas nos sentimos ofendidos e injustiçados.
Se duas pessoas tiverem a mesma idade, o mesmo peso, o mesmo cotidiano, mas uma delas, por exemplo, respirasse mais superficialmente, só isso bastaria, ela já teria impressões e reações bem distintas da outra. Teria menos vitalidade e as escadas que um subiria sem esforço já seria um problema para o outro. Talvez chegasse atrasado no trabalho e isso modificaria seu relacionamento com os superiores.
Mudanças aconteceriam se o diferente entre estes dois não fosse a capacidade pulmonar e sim o emocional. Alguém com o ego inflado age totalmente diferente de outro que tenha baixa auto-estima numa batida de carros e em tudo o mais, até na maneira de pedir um copo de água. Citando exemplos assim é fácil perceber que as particularidades em nossos aspectos mais sutis (emocional, mental e outros) provocam relacionamentos muito mais específicos com o mundo do que o simples fato de ser velho ou novo, desportista ou sedentário, gordo ou magro, mas ainda assim temos mais dificuldade em respeitar essas diferenças.
Cada mulher ou homem é resultado de uma combinação única de experiências, relações, pensamentos, condicionamentos e aprendizados. Isso faz com que nossas vontades, nossas respostas, necessidades, metas e tudo o mais sejam extremamente particulares.
Bom, ponto pacífico. Mas por quê lidamos tão mal com o fato de que, e agora a conversa fica pesada, as pessoas não analisam as situações como nós, não querem o que queremos, têm vontades em momentos diferentes.
Às vezes me canso, e confesso, às vezes me divirto vendo discussões nas quais todos estão com a razão, mas estão determinadas em convencer o interlocutor de que ele está tendo alguma alucinação.
Quantas amizades, oportunidades de emprego, de namoro e realizações perderemos até que a idéia óbvia e ululante de que somos diferentes em diversos aspectos esteja enraizada em nosso psiquismo e passemos a respeitar as pessoas.
Simplesmente, de forma sutil ou brutal, vamos impondo nossa forma de ser como um trator desgovernado, às vezes com um sorriso noutra com um soco, mas essa atitude é sempre uma invasão.
Convido-o a passar mais tempo com você mesmo, perceber-se. Respire, alongue, aquiete-se. Escape desse turbilhão mental que o cotidiano nos impõe. E logo notará que somos muito mais do que parecemos. Perceberá um corpo físico, um energético, seu corpo emocional e seu mental. Com prática notará que somos até mais do que isso.
E mesmo dentro de nós existem emoções divergentes, estados de ânimo distintos. Numa hora somos encantadores, noutra uns chatos de galocha. Somos maus e depois adoráveis.
E depois de descobrirmos isso, aprendemos a gostar dessas diferenças internas e aprendemos a mudar o que não gostamos tanto.
E depois de lidarmos bem com nossas próprias particularidades podemos lidar bem com as diferenças das pessoas.
E fazendo isso, passaremos a nos conhecer mais, nosso mundo se tornará mais amplo e veremos várias verdades. Tudo se torna mais bonito e rico. Passamos a nos encantar mais com as pessoas e nossa vida se torna mais gostosa e mais simples. É lindo alguém dizer algo contra o que você está pensando e você conseguir entender o ponto de vista dela. E conseguimos nos entender melhor com as pessoas e com nossas idéias.
Problemas insolúveis se tornam claros e divertidos.
E com a mesma mágica que o sol usa para aparecer todas as manhãs, transformamos nossa existência.
Mas se pensarmos no assunto uma pessoa que seja muito baixa ou outra muito alta também têm uma forma peculiar de observar o mundo. E não é somente uma questão de ver, é algo muito mais abrangente. Estas pessoas têm noções de conforto, de espaço e de distância bem únicos. Facilidades mais específicas e dificuldades distintas das pessoas com estatura média.
É óbvio que se alguém é mais fraco vai achar uma caixa pesada e que um que precise de óculos enxergará com menos precisão quando estiver sem eles.
Escolhi estes exemplos porque são tópicos que aparentemente não mudam nada, pois se fôssemos falar de diferenças corporais mais peculiares isso seria gritante.
Sabemos que alguém sedentário e acima de seu peso, se cansa mais rapidamente que um sedentário com pouco peso e assim aceitamos mais facilmente que as pessoas lidem com o mundo de maneiras específicas no plano físico e isso é uma incoerência pois essas são as características que menos causam impacto em nosso relacionamento com o mundo e com as pessoas.
Para nós, ainda parece muito complicado sequer aceitar que diferenças energéticas, emocionais, mentais e até mesmo de essência farão com que nossa percepção do mundo e consequentemente nossa interação com todo o universo seja especialmente particular.
Essas peculiaridades podem passar despercebidas e as entendemos como frescuras, só porque não são óbvias. O mais engraçado é que ao mesmo tempo quando essas nossas diferenças não são compreendidas nos sentimos ofendidos e injustiçados.
Se duas pessoas tiverem a mesma idade, o mesmo peso, o mesmo cotidiano, mas uma delas, por exemplo, respirasse mais superficialmente, só isso bastaria, ela já teria impressões e reações bem distintas da outra. Teria menos vitalidade e as escadas que um subiria sem esforço já seria um problema para o outro. Talvez chegasse atrasado no trabalho e isso modificaria seu relacionamento com os superiores.
Mudanças aconteceriam se o diferente entre estes dois não fosse a capacidade pulmonar e sim o emocional. Alguém com o ego inflado age totalmente diferente de outro que tenha baixa auto-estima numa batida de carros e em tudo o mais, até na maneira de pedir um copo de água. Citando exemplos assim é fácil perceber que as particularidades em nossos aspectos mais sutis (emocional, mental e outros) provocam relacionamentos muito mais específicos com o mundo do que o simples fato de ser velho ou novo, desportista ou sedentário, gordo ou magro, mas ainda assim temos mais dificuldade em respeitar essas diferenças.
Cada mulher ou homem é resultado de uma combinação única de experiências, relações, pensamentos, condicionamentos e aprendizados. Isso faz com que nossas vontades, nossas respostas, necessidades, metas e tudo o mais sejam extremamente particulares.
Bom, ponto pacífico. Mas por quê lidamos tão mal com o fato de que, e agora a conversa fica pesada, as pessoas não analisam as situações como nós, não querem o que queremos, têm vontades em momentos diferentes.
Às vezes me canso, e confesso, às vezes me divirto vendo discussões nas quais todos estão com a razão, mas estão determinadas em convencer o interlocutor de que ele está tendo alguma alucinação.
Quantas amizades, oportunidades de emprego, de namoro e realizações perderemos até que a idéia óbvia e ululante de que somos diferentes em diversos aspectos esteja enraizada em nosso psiquismo e passemos a respeitar as pessoas.
Simplesmente, de forma sutil ou brutal, vamos impondo nossa forma de ser como um trator desgovernado, às vezes com um sorriso noutra com um soco, mas essa atitude é sempre uma invasão.
Convido-o a passar mais tempo com você mesmo, perceber-se. Respire, alongue, aquiete-se. Escape desse turbilhão mental que o cotidiano nos impõe. E logo notará que somos muito mais do que parecemos. Perceberá um corpo físico, um energético, seu corpo emocional e seu mental. Com prática notará que somos até mais do que isso.
E mesmo dentro de nós existem emoções divergentes, estados de ânimo distintos. Numa hora somos encantadores, noutra uns chatos de galocha. Somos maus e depois adoráveis.
E depois de descobrirmos isso, aprendemos a gostar dessas diferenças internas e aprendemos a mudar o que não gostamos tanto.
E depois de lidarmos bem com nossas próprias particularidades podemos lidar bem com as diferenças das pessoas.
E fazendo isso, passaremos a nos conhecer mais, nosso mundo se tornará mais amplo e veremos várias verdades. Tudo se torna mais bonito e rico. Passamos a nos encantar mais com as pessoas e nossa vida se torna mais gostosa e mais simples. É lindo alguém dizer algo contra o que você está pensando e você conseguir entender o ponto de vista dela. E conseguimos nos entender melhor com as pessoas e com nossas idéias.
Problemas insolúveis se tornam claros e divertidos.
E com a mesma mágica que o sol usa para aparecer todas as manhãs, transformamos nossa existência.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Uma pequena revolta.
Ter a intenção de crescer é diferente de ter a pretenção de ser evoluido.
É na fragilidade que despertamos força e somente expostos podemos sentir mais o que há a nossa volta, assim como a pele ferida é mais sensível ao toque.
A dor passa e incita-nos a não mais provocá-la, mas recuso-me hoje e tantas vezes mais a manter-me fixo ao chão. Minha natureza pede ar e a liberdade que os ventos trazem.
Amo.
É na fragilidade que despertamos força e somente expostos podemos sentir mais o que há a nossa volta, assim como a pele ferida é mais sensível ao toque.
A dor passa e incita-nos a não mais provocá-la, mas recuso-me hoje e tantas vezes mais a manter-me fixo ao chão. Minha natureza pede ar e a liberdade que os ventos trazem.
Amo.
sábado, 12 de abril de 2008
Pela Manhã
Ao ver a luz do sol no corredor uma sensação percorreu meu corpo, me impressionando e me impulsionando a buscar a origem desse arrepio.
Lembrei de nossos momentos no quarto, dessa mesma luz que ontem iluminou sua pele nua, que com(o) um frescor acariciava meu peito.
O sol abraçava seu corpo todo a um só tempo e eu o invejava pois não tinha mais que o alcance de meus sentidos.
Isso os estimulou para que despertassem e eu pudesse curtir seu sabor, sua maciez. Seus gemidos, seu cheiro.
Sua beleza, sua poesia.
Amor a (à) luz do sol.
Lembrei de nossos momentos no quarto, dessa mesma luz que ontem iluminou sua pele nua, que com(o) um frescor acariciava meu peito.
O sol abraçava seu corpo todo a um só tempo e eu o invejava pois não tinha mais que o alcance de meus sentidos.
Isso os estimulou para que despertassem e eu pudesse curtir seu sabor, sua maciez. Seus gemidos, seu cheiro.
Sua beleza, sua poesia.
Amor a (à) luz do sol.
Vamos meditar um pouco? por Claus Haas
Ultimamente somos bombardeados, dos primeiros instantes do dia até os minutos antes de adormecer, com centenas de milhares de estímulos diferentes. Há quem diga que em um jornal diário encontram-se mais informações do que uma pessoa assimilava durante toda a vida há algumas décadas.
Este excesso de informação gera uma intensa dispersão mental. A todo momento, nossa mente deriva para alguma novidade. Isto promove, inegavelmente, stress. A tal ponto que dezenas de patologias sejam associadas a ele e a falta de se “desligar” um pouco. Não um desligar no sentido de dormir ou apagar. Mas se desligar deste turbilhão de estímulos variados. Se abstrair de todas estas dispersões.
Se damos atenção para tudo o que vem de fora, para todos estímulos externos, nos esquecemos do que realmente somos. Deixamos de nos perceber a nós mesmos para se observar com a ótica e o julgamento daqueles que nos observam. A conseqüência disto é a perda da auto-estima e todos efeitos que advém desta perda, chegando até o ponto de se transforma em uma depressão.
Para combater isto há milhares de pessoas que utilizam técnicas de meditação. Na verdade, intuição linear é a melhor definição para esta técnica. Meditar, como técnica, significa parar de pensar. É a parada das ondas mentais, ou instabilidades mentais. E quando param, há vazão para o aflorar de um estado de consciência mais sutil e mais amplo, a intuição linear, a meditação.
No estado de consciência da meditação o conhecimento flui de dentro para fora. E não o contrário, como estamos acostumados. Um conhecimento puro, que não necessita de análises ou confirmações, já que não resulta de algo prévio. Não é a toa que altos executivos utilizam estas técnicas para definir o rumo de suas empresas. Por que procurar fora o que já está guardado dentro? Basta olhar, basta observar.
Enfim, para que a meditação flua mais facilmente, ter um corpo forte, saudável e resistente faz grande diferença. Sem isso, usar a técnica da meditação seria como fortalecer a musculatura de um braço e abandonar o restante do corpo. Através das técnicas do Yôga Antigo, este fortalecimento é facilmente conquistado. Inclusive, os oito feixes de técnicas que fazem parte de sua prática ortodoxa se encerram justamente coroados pela meditação!
Este excesso de informação gera uma intensa dispersão mental. A todo momento, nossa mente deriva para alguma novidade. Isto promove, inegavelmente, stress. A tal ponto que dezenas de patologias sejam associadas a ele e a falta de se “desligar” um pouco. Não um desligar no sentido de dormir ou apagar. Mas se desligar deste turbilhão de estímulos variados. Se abstrair de todas estas dispersões.
Se damos atenção para tudo o que vem de fora, para todos estímulos externos, nos esquecemos do que realmente somos. Deixamos de nos perceber a nós mesmos para se observar com a ótica e o julgamento daqueles que nos observam. A conseqüência disto é a perda da auto-estima e todos efeitos que advém desta perda, chegando até o ponto de se transforma em uma depressão.
Para combater isto há milhares de pessoas que utilizam técnicas de meditação. Na verdade, intuição linear é a melhor definição para esta técnica. Meditar, como técnica, significa parar de pensar. É a parada das ondas mentais, ou instabilidades mentais. E quando param, há vazão para o aflorar de um estado de consciência mais sutil e mais amplo, a intuição linear, a meditação.
No estado de consciência da meditação o conhecimento flui de dentro para fora. E não o contrário, como estamos acostumados. Um conhecimento puro, que não necessita de análises ou confirmações, já que não resulta de algo prévio. Não é a toa que altos executivos utilizam estas técnicas para definir o rumo de suas empresas. Por que procurar fora o que já está guardado dentro? Basta olhar, basta observar.
Enfim, para que a meditação flua mais facilmente, ter um corpo forte, saudável e resistente faz grande diferença. Sem isso, usar a técnica da meditação seria como fortalecer a musculatura de um braço e abandonar o restante do corpo. Através das técnicas do Yôga Antigo, este fortalecimento é facilmente conquistado. Inclusive, os oito feixes de técnicas que fazem parte de sua prática ortodoxa se encerram justamente coroados pela meditação!
Assinar:
Postagens (Atom)